Peticionários "Pela Salvaguarda das SETE FONTES"

Este blogue foi criado após o debate "E Depois da Petição?", realizado a 4 de Dezembro de 2010, no Instituto da Juventude, em Braga.
O Movimento de Cidadãos que promoveu a Petição apresentada na Assembleia da República em Maio de 2010, de que resultou uma Recomendação ao Governo tendo em vista a classificação das Sete Fontes bem como a definição da respectiva ZEP em Diário da República, organizou este espaço de divulgação tendo como meta a Salvaguarda do Complexo das SETE FONTES.
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sábado, 12 de maio de 2012

RELATÓRIO DA PARTICIPAÇÃO PÚBLICA e construção nas SETE FONTES



DM - 12/05/2012

 (Para ler o texto 
abrir hiperligação num novo separador)
A Câmara de Braga continua a ignorar o Complexo das Sete Fontes e os seus valores fundamentais - Água, Património, Ambiente e Paisagem - dando prioridade à urbanização e à construção da variante à EN 103. Persiste assim uma visão retrógrada de desenvolvimento, hoje em dia sem qualquer sentido. 
Autorizar urbanizações na área da ZEP do MN e uma rede viária que o retalha, desprezando a importância do Monumento, é uma atitude que não vai, com certeza,  contribuir para que Braga se assuma como cidade do futuro. 
De facto seria precisamente a capacidade de organizar documentos estratégicos de qualidade que preparem uma cidade onde crianças, jovens e adultos tenham qualidade de vida e um futuro sustentável, o que esperávamos dos políticos que têm em mãos o destino da cidade.
Por isso lamentamos que o vereador Hugo Pires, um político  ainda jovem e ademais o responsável pela Capital Europeia da Juventude, insista em defender a variante à EN 103 e urbanizações, quando sabe que em subsolo há um Sistema Hidráulico que suporta grande manancial de água. Lamentamos sinceramente que não nos tenha honrado com a sua presença nos debates relativos às Sete Fontes.
Por tudo isto consideramos essencial a divulgação pública, através do site oficial da CMB, dos documentos relativos à intervenção na área do Monumento Nacional:
  • “Termos de Referência do Plano de Pormenor de Sete Fontes” e planos de enquadramento anexos;
  • Relatório da Participação Pública enviado pela CMB à Assembleia da República;
  • Estratégia para o território da área da ZEP no âmbito da revisão do PDM.
Esta mensagem destina-se não só ao presidente da CMB como também ao super vereador Hugo Pires (que assume os pelouros da Gestão Urbanística e Renovação Urbana, Planeamento e Ordenamento, Juventude, Protecção Civil, Trânsito, Polícia Municipal e Bombeiros Municipais).
Apelamos aos partidos da oposição, que felizmente têm actuado no sentido da salvaguarda do Complexo das Sete Fontes, para que continuem a participar nesta batalha sem esmorecer.

                                                                    


                                                                           

terça-feira, 6 de março de 2012

CONDUTAS DE ÁGUA VINDA DAS SETE FONTES NO CENTRO DA CIDADE

Se alguém tinha ainda dúvidas sobre a importância da água das Sete Fontes... as condutas que existem em vários pontos da cidade, tal como a que agora surgiu nas obras da Rua de S. Vicente não deixam qualquer dúvida (à esquerda da vala observam-se estruturas iguais às da conduta do Complexo das Sete Fontes; os trabalhos parecem decorrer à direita da conduta).  
Uma cidade sustentável aproveitaria para preservar vestígios importantes de épocas anteriores como museu ao ar livre, valorizava o Complexo das Sete Fontes como recurso turístico e produzia informação sobre o Monumento Nacional em várias línguas. 
Braga o que faz? 
Ignora recursos que fazem a diferença em relação a cidades vizinhas! São disso exemplo:
  • os vestígios arqueológicos que vão surgindo em qualquer buraco realizado para obras de modernização no centro da cidade; quantos estão musealizados constituindo pólo de atracção turística? Quantos foram retirados ou soterrados?
  • a destruição do interior de imóveis, limitando-se a manter a fachada, tal como aconteceu com o Palacete Matos Graça e outros! E assim se perdem marcos de épocas importantes da cidade!
  • o Complexo das Sete Fontes, um valor de tal importância que lhe foi atribuído o mais alto estatuto de Monumento Nacional, continua ao abandono, a água que suporta desperdiçada e durante as obras de construção do hospital e acessos foram referidas perdas graves em termos de património arqueológico! Uma visita ao Complexo das Sete Fontes esclarece qualquer dúvida que prevaleça.

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

4 de Novembro - 21:30H - Junta de Freguesia de S. Victor

Esperamos poder contar com a presença de todos aqueles que defendem ideias sustentáveis para a cidade de Braga e para a área da ZEP em particular.
A democracia exige participação e intervenção.
Divulguem, contribuam para a promoção da cidadania activa ... que bem precisa é, em Braga.

Queremos um Plano de Pormenor de Salvaguarda, conforme está definido na Lei nº 107/2001 e no Decreto-Lei nº 309/2009.

Para SALVAGUARDAR o Complexo das Sete Fontes é necessário:

  • CONHECER o Monumento Nacional, na sua componente exterior e interior;
  • RECONHECER a sua importância histórica, ambiental, cultural e turística... bem como o seu valor económico para o desenvolvimento da cidade;
  • GOSTAR do que vê, sente e ouve... no interior e exterior no Complexo.

terça-feira, 26 de julho de 2011

AGENDA 21 Local






















Se os responsáveis pelo destino do concelho de Braga fossem sensíveis a uma política de desenvolvimento sustentável, nunca teríamos chegado ao ponto de ver o Complexo das Sete Fontes em risco... mesmo depois de classificado por Decreto e com ZEP definida em Portaria.
As decisões tomadas para a área das Sete Fontes, sabendo que lá se encontrava um MN em vias de classificação, revelam algo pouco claro... desconhecimento (!?), insensibilidade, ou interesses divergentes?